






DIOVAN®
valsartana.Formas farmacêuticas e apresentações: Comprimidos revestidos sulcados de 40 mg. Comprimidos revestidos de 80 mg, 160 mg e 320 mg. embalagens com 14 e 28 comprimidos (blister calendário). Indicações: Hipertensão arterial, insuficiência cardíaca
e pós-infarto do miocárdio em pacientes recebendo terapêutica usual. Posologia: Hipertensão: A dose inicial recomendada é de 80 mg ou 160 mg uma vez ao dia. Os pacientes que necessitam de maiores reduções podem iniciar com dose mais elevada. DIOVAN pode ser
utilizado em uma faixa posológica de 80 mg a 320 mg ao dia, administrado em doses fracionadas, se necessário. DIOVAN pode ser administrado concomitantemente com outros agentes anti-hipertensivos. Insuficiência Cardíaca: A dose diária recomendada para o início de
tratamento é de 40 mg de DIOVAN duas vezes ao dia. A titulação para 80 mg e 160 mg duas vezes ao dia deve ser feita para a maior dose conforme tolerado pelo paciente. Pós-infarto do miocárdio: A terapêutica pode ser iniciada 12 horas após um infarto do miocárdio. Após
uma dose inicial de 20 mg duas vezes ao dia, a terapêutica com valsartana deve ser titulada para 40 mg, 80 mg e 160 mg duas vezes ao dia durante as próximas semanas. A dose inicial é oferecida por comprimidos de 40 mg divisíveis. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos
componentes da formulação e gravidez. Precauções/advertências: Hipertensão: Risco de hipotensão em pacientes com depleção de sódio e/ou de volume, estenose arterial renal, insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 10 ml/min), cirrose ou obstrução biliar. Cautela
ao operar máquinas e/ou dirigir veículos. tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio. Gravidez e lactação. Insuficiência Cardíaca / Pós-infarto do miocárdio: Cuidados devem ser tomados ao iniciar o tratamento em pacientes com
insuficiência cardíaca ou em tratamento do pós-infarto do miocárdio. em pacientes com insuficiência cardíaca, a tripla combinação de um inibidor da eCA, de um ß-bloqueador e valsartana, não é recomendada. Nos pacientes com insuficiência cardíaca grave, o tratamento com
valsartana pode causar comprometimento da função renal. Reações adversas: Geralmente, a incidência foi similar à dos pacientes que recebiam placebo em estudos clínicos placebo-controlados, ex., cefaléia, vertigens, fadiga. A incidência de tosse observada com valsartana
nos estudos clínicos controlados foi significativamente menor do que a observada com inibidores da eCA e similar à observada com placebo. experiências posteriores revelaram, em casos muito raros, reações de hipersensibilidade (ex. angiodema) e comprometimento da função
renal. em pacientes com insuficiência cardíaca têm ocorrido mais freqüentemente tontura. Alguns pacientes, apresentaram aumento da uréia plasmática, creatinina e potássio sérico, mas foram transitórios e de menor intensidade. Nos pacientes no pós-infarto do miocárdio os
eventos adversos sérios não fatais com suspeita de relação com a valsartana foram hipotensão e eventos relacionados à disfunção renal. USO ADULTO - VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - Reg. MS - 1.0068.0065 -Informações completas para prescrição disponíveis à classe
médica mediante solicitação.
DIOVAN® HCT valsartana/hidroclorotiazida. Formas farmacêuticas e apresentações - Comprimidos revestidos. embalagens com 14 e 28 comprimidos. Cada comprimido revestido contém 80 mg de valsartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida ou 160 mg de valsartana e 12,5 mg
de hidroclorotiazida ou 160 mg de valsartana e 25 mg de hidroclorotiazida (blister calendário).Indicações - Hipertensão arterial sistêmica. Considerando que a monoterapia inicial é eficaz em apenas 40% a 50% dos casos, pode-se considerar o uso de associações de fármacos
anti-hipertensivos como terapia alternativa para os casos nos quais o efeito anti-hipertensivo da terapia com apenas uma das drogas não for suficiente. Posologia – Um comprimido uma vez ao dia, 80 mg de valsartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida ou 160 mg de valsartan e
12,5 mg de hidroclorotiazida. Quando necessário, 160 mg de valsartana e 25 mg de hidroclorotiazida pode ser usado. Contra-indicações - Hipersensibilidade aos componentes da formulação. Gravidez. Pacientes com insuficiência hepática grave, cirrose biliar e colestase. Anúria
e insuficiência renal grave (clearance (depuração) de creatinina < 30 ml/min)Hipocalemia, hiponatremia e hipercalcemia refratárias; hiperuricemia sintomática.Precauções/advertências: Risco de hipotensão - em pacientes com depleção de sódio e/ou hipovolemia, estenose
arterial renal. Doença renal ou do fígado. Distúrbios no balanço eletrolítico. lúpus eritematoso sistémico. Outros distúrbios metabólicos. Combinação com outros anti-hipertensivos ou lítio. Cautela ao operar máquinas e/ou dirigir veículos. tratamento concomitante com diuréticos
poupadores de potássio ou suplementos de potássio. lactação. Reações adversas - Cefaléia, vertigens, fadiga. em relação à hidroclorotiazida outras reações adversas foram relatadas como hipocalemia, hiperuricemia e outros distúrbios eletrolíticos; hipotensão postural e aumento
de lipídes sangüíneos. Raros: icterícia, arritmias cardíacas, discrasias sangüíneas. Muito raros: Vasculite, pancreatite, pneumonite e edema pulmonar. estudos posteriores revelaram casos muito raros de reações de hipersensibilidade (como angiodema) e diminuição da função renal.
Venda sob prescrição médica. Uso adulto. Reg. MS n° - 1.0068.0097 Informações completas para prescrição disponíveis mediante solicitação.
DIOVAN AMLO™ valsartana + besilato de anlodipino - Formas farmacêuticas e apresentações: Comprimidos revestidos de 80 mg ou 160 mg de valsartana. Comprimidos de 5 mg de besilato de anlodipino. embalagens contendo 28 comprimidos revestidos de valsartana +
28 comprimidos de besilato de anlodipino. (blíster calendário) Indicações: DIOVAN AMlO é indicado para o tratamento da hipertensão arterial nos casos em que o paciente não é adequadamente controlado com um único agente anti-hipertensivo. tratamento da hipertensão
arterial associada a quadros de isquemia miocárdica, devido tanto a obstrução fixa (angina estável) como ao vasoespasmo/vasoconstrição (Angina de Prinzmetal ou angina variante) da vasculatura coronária, já que o besilato de anlodipino é droga de primeira linha. Besilato de
anlodipino pode ser usado em situações clínicas sugestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico / vasoconstritor. Posologia: A dose de DIOVAN AMlO recomendada para o tratamento da hipertensão é de 80 mg de valsartana + 5 mg de besilato de
anlodipino uma vez ao dia, independentemente de idade, raça ou sexo. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial com a dose diária recomendada, esta pode ser aumentada para DIOVAN AMlO 160 mg da valsartana + 5 mg de besilato de
anlodipino uma vez ao dia. No tratamento da hipertensão associada a angina a dose inicial usual é de besilato de anlodipino 5 mg + valsartana 80 mg uma vez ao dia. Doses maiores de anlodipino poderão ser necessárias dependendo da resposta individual do paciente.A segurança
e a eficácia de DIOVAN AMlO não estão estabelecidas para o uso em crianças. Contra-indicações: DIOVAN AMlO está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à valsartana e/ou ao besilato de anlodipino ou a qualquer componente da formulação e também nas
seguintes situações: Gravidez e lactação. Paciente com insuficiência hepática grave, cirrose biliar ou obstrução das vias biliares. Pacientes com hipersensibilidade às dihidropiridinas. Precauções e advertências: Valsartana: Risco de hipotensão em pacientes com depleção de sódio
e/ou de volume, estenose arterial renal, insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 10 ml/min), cirrose ou obstrução biliar. Cautela ao operar máquinas e/ou dirigir veículos. tratamento concomitante com diuréticos poupadores de potássio ou suplementos de potássio.
Anlodipino: em pacientes com insuficiência cardíaca, um estudo demonstrou que o anlodipino foi associada com um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de não existir nenhuma diferença significante na incidência de piora da insuficiência cardíaca quando comparado
com o placebo. Uso na insuficiência hepática: como com todos antagonistas de cálcio, a meia vida de eliminação do anlodipino é prolongado em pacientes com insuficiência hepática e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser
administrada com cautela nestes pacientes. Reações Adversas: Valsartana: Geralmente, a incidência foi similar à dos pacientes que recebiam placebo em estudos clínicos placebo-controlados, ex., cefaléia, vertigens, fadiga. A incidência de tosse observada com valsartana nos
estudos clínicos controlados foi significativamente menor do que a observada com inibidores da eCA e similar à observada com placebo. experiências posteriores revelaram, em casos muito raros, reações de hipersensibilidade (ex. angiodema) e comprometimento da função renal.
Anlodipino: Geralmente é bem tolerado. Mais comuns: edema, dor de cabeça, fadiga, sonolência, tontura, náusea, rubor, palpitações e dor abdominal. Menos comuns: hipotensão, síncope, dor nas costas, arritmia cardíaca, função intestinal alterada, artralgia, astenia, dispepsia,
dispnéia, hiperplasia gengival, ginecomastia, hiperglicemia, impotência, aumento na freqüência urinária, leucopenia, mal estar, mudanças no humor, boca seca, cãibra muscular, mialgia, neuropatia periférica, alopécia, pancreatite, sudorese aumentada, trombocitopenia, vasculite
e distúrbios visuais, aumento ou diminuição de peso, hipertonia, hipoestasia/parestesia, tremor, vômito, púrpura, insônia, tosse, descoloração da pele, alteração de paladar e ruído no ouvido. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – USO ADULTO Informações completas para